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No mês de prevenção ao diabetes, profissionais da Poli alertam sobre os cuidados com a doença em crianças

Unidade oferta 600 atendimentos na pediatria por mês através da Central de Relacionamentos da Policlínica (call center) e pelos Programas Triagem Pós-Covid e Pré-Operatório Rápido

23/11/2021 às 12h55
Por: Redação Fonte: Secom Pará
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Ela surge com sinais excessivos de fome e de sede, mas ao mesmo tempo, com a perda de peso, fraqueza e indisposição. Embora não tenha a mesma incidência como em adultos, o diabetes também acomete crianças e adolescentes, que precisam de acompanhamento profissional para o resto da vida. Dentro da Rede de Saúde do Governo do Estado, a Policlínica Metropolitana do Pará, localizada em Belém, por mês, disponibiliza 600 atendimentos de para pacientes com até 13 anos de idade. Além de pediatras, a unidade oferta uma equipe multiprofissional para os pequenos.

Conforme aponta a Federação Internacional da Diabetes, cerca de 98,2 mil crianças e adolescentes com menos de 15 anos são diagnosticados com diabetes tipo 1, a cada ano no Brasil. A coordenadora do serviço de pediatria da Policlínica Metropolitana do Pará, Rafaela Dias Neves, explica que a doença classificada no tipo 1 é a mais frequente em crianças, e a do tipo 2, geralmente, acomete mais os adultos.

“A diabetes do tipo 1 está ligada às questões genéticas e multifatoriais. A criança sempre irá necessitar de uso de insulina, nesse caso, haja vista a deficiência de produção desse hormônio pelo pâncreas do menor”, observou. A pediatra ressalta que comer doces não é um fator causador da doença, porém, causa sobrepeso, além ser um vilão da má alimentação, o que pode provocar o diabetes tipo 2 na fase adulta.

“Quando são detectados alteração da glicemia e valores elevados de colesterol e triglicérides das crianças, temos, na Policlínica Metropolitana, uma equipe multidisciplinar para atuação, com nutricionista, psicologia e o pediatra. Toda esta rede é para que o menor possa ter uma alimentação saudável e não dietética”, enfatizou Rafaela Dias Neves.

A especialista afirma ainda que, em caso de alterações persistentes ou pouca evolução, a criança é referenciada para apoio da equipe de endocrinologia pediátrica do Centro Integrado de Inclusão e Habilitação (CIIR).

 

Pediatria

Nos atendimentos da pediatria geral, as principais patologias tratadas na Policlínica Metropolitana são o autismo, a hiperatividade, os atrasos de fala e os Transtornos de Ansiedade. “Atendemos ainda, a puericultura, que é a consulta regular do menor em relação ao crescimento e desenvolvimento e a parasitoses intestinais e dermatoses da infância, como escabioses e doenças causadas por fungos na pele”, reforçou Rafaela Dias.

 

Programas

A Poli Metropolitana atende crianças em regime de consultas ambulatoriais, que passam por especialidades médicas e não médicas, além de exames laboratoriais e de imagem. Esses pacientes podem ser atendidos em através dos Programas Triagem Pós-Covid e Pré-operatório Rápido, exclusivos da própria unidade.

“No Triagem, atendemos aqueles que apresentam alguma sequela ou alteração emocional ou física por conta de infecção por Covid-19. Já no Pré-Operatório, a unidade recebe crianças que aguardavam, muitas vezes, mais de um ano para realizar exames de laboratório e de imagem, incluindo o raio-x do tórax e o eletrocardiograma para a realização de um procedimento cirúrgico. Todos esses serviços são feitos no mesmo dia, sendo avaliados pela equipe de pediatria e já seguem em consulta pré-anestésica”, detalhou a médica pediatra.

 

Especialidades

A unidade é referência em diagnóstico de patologias de média complexidade do estado.

“Além dos serviços de pediatria geral, a unidade conta com equipe multiprofissional, como psicólogo e nutricionista, para investigação doenças como a obesidade infantil, desnutrição, anemias, distúrbios alimentares e hormonais, como o diabetes, por exemplo. A Policlínica conta também com a fonoaudiologia para a avaliação de patologias relacionadas ao atraso do desenvolvimento neuropsicomotor”, destacou Liliam Gomes, diretora executiva da Poli Metropolitana.

A gestora ainda ressalta que a unidade tem uma gama de exames disponíveis para realizar e agilizar os diagnósticos. Com isso, consegue otimizar o tempo para dar uma resposta aos pacientes. “A Poli oferece este serviço para pacientes de até 13 anos, os serviços do laboratório de análises clínicas, radiografias, ultrassonografia geral, tomografia geral e com contraste, o teste do olhinho e a audiometria (BERA ou PEATE - potencial evocado auditivo do tronco cerebral)”, concluiu Gomes.

 

Marcação

As crianças que fazem parte dos Programas da Poli serão atendidas na pediatria geral, com a marcação por meio da Central de Relacionamento da unidade. O secretário estadual de Saúde, Rômulo Rodovalho, explica que o serviço na pediatria é estratégico para dar fluidez às demandas da rede.

“A Sespa vem ampliando os serviços da Policlínica Metropolitana. Hoje, a unidade oferece até 600 atendimentos da especialidade de pediatria. As crianças de até 13 anos são atendidas pelo pediatra e, se houver a necessidade, podem fazer acompanhamento com outros profissionais na mesma unidade. Isso é um benefício à população, que ganha um serviço de qualidade e integrado em apenas um local”, destacou o titular da pasta.

 

Acesso 

Para ter acesso aos atendimentos dos Programas Pós-Covid e Pré-Operatório Rápido não é necessário encaminhamento e nem comparecimento presencial na Policlínica. A marcação de consulta é feita através da Central de Relacionamento, na ferramenta do WhatsApp Business, no número, (91) 98521-5110 e ainda, no e-mail: [email protected] Para o agendamento, os pais e/ou responsáveis devem ter em mãos os documentos pessoais da criança, pois o sistema solicitará as imagens destes.

Serviço:O usuário da Poli Metropolitana precisa apresentar o documento de identidade com foto (RG preferencialmente), CPF, Cartão Nacional SUS e comprovante de residência (originais e cópia). Caso a criança ainda não tenha RG, é possível apresentar a certidão de nascimento e os documentos oficiais da mãe.

Texto:Roberta Paraense/Ascom Policlínica Metropolitana

Por Luana Laboissiere (SECOM)
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